Saiba as regras para ir à praia com sua família em Portugal no verão 2020

Praia do Meco, Sesimbra

Com a proximidade do verão no hemisfério norte, o destino de férias preferido por muitas famílias é a praia.

Com cerca de 943 km de litoral e um clima que garante dias ensolarados de julho a setembro, Portugal acaba por ser um destino muito procurado por muitos turistas que procuram um destino de praia para passar as férias. Afinal Portugal é um destino mais barato quando comparado a outros destinos de praia na Europa como as Grécia e Espanha, por exemplo.  Esse ano, com a pandemia COVID-19, um outro fator que pode atrair turistas para as praias portuguesas é o sucesso do país no combate ao COVID 19.

Com o verão a porta, e um plano de desconfinamento em andamento, espera-se que aos poucos o país se abra para o turismo e as praias do país voltem a ser procuradas tanto pelos portugueses como por turistas de países vizinhos.

Se as praias portuguesas estão no radar de suas férias em família neste verão, fique atento às regras e restrições definidas pela Direção Geral da Saúde no manual ““Ir à Praia em segurança” , divulgado na semana passada.  As determinações estabelecidas no manual deverão ser cumpridas por todos que frequentarem as praias de Portugal enquanto durar a pandemia COVID-19.

A época balnear inicia-se oficialmente apenas em 6 de junho, mas com a subida das temperaturas nos últimos dia, muitas praias já estão recebendo visitantes e é importante conhecer as regras a serem seguidas para que minimizar o risco de contágio e garantir a diversão de toda família na praia.

O que é importante saber para ir as praias portuguesas neste verão 2020?

  • As praias serão classificadas de acordo com sua capacidade potencial de ocupação. Haverá sinalização para indicar o seu estado de ocupação (Verde: ocupação baixa /Amarelo: ocupação elevada /Vermelho: ocupação plena);
  • Recomenda-se que antes de se deslocarem até as praias, os banhistas consultem o estado de ocupação das mesmas através da aplicação móvel “Info praia”;

Baixe o aplicativo.

Aplicação de telemóvel (celular) Info Praia
  • As praias que tiverem mais de uma entrada deverão ter uma zona exclusiva para entrada e outra para saída;
  • A distância física de segurança de 1,5 metros deverá ser respeitada por todos que não pertençam a um mesmo grupo no areal;
  • Os chapéus de sol deverão respeitar a distância de 3 metros entre si;
  • Escorregas, chuveiros interiores de corpo ou de pés, e outras estruturas similares serão proibidos;
  • Chuveiros exteriores de corpo ou de pés, espreguiçadeiras, colchões, cinzeiros de praia, deverão ser limpos diariamente, sendo desinfetados em sua montagem e sempre que haja mudança de utente (usuário);
  • Os apoios de praia, bares, restaurantes e esplanadas deverão seguir todas as recomendações definidas pela DGS para o setor de restauração;
  • Vendedores ambulantes deverão usar máscara ou viseira;
  • As atividades esportivas que envolvam duas ou mais pessoas são proibidas. Com exceção para as aulas promovidas por escolas ou instrutores de surf e de esportes similares (limite de 5 participantes por instrutor).

Além das regras específicas sobre as praias deve-se continuar a cumprir as 5 regras de prevenção:

  • distanciamento físico (mínimo 2 metros);
  • limpeza frequente das mãos;
  • etiqueta respiratória;
  • limpeza e higienização dos espaços;
  • utilização de equipamento de proteção (máscara e/ou viseira) nos locais de uso obrigatório.

O Manual completo em pdf está disponível na página da Agencia Portuguesa do Ambiente ou diretamente aqui.

Se tiver alguma dúvida em relação ao manual de praia ou outra questão relacionada a fase de desconfinamento em Portugal deixe uma mensagem nos comentários que responderei assim que possível. Obrigada pela leitura e até o próximo post!

Livros para ler antes de visitar Lisboa

English Version

Quando ler ao ar livre era possível.

Nestes tempos de pandemia global, viajar é um verbo que conjugamos na nossa imaginação. As visitas virtuais aos museus e monumentos históricos disponíveis no Google Arts & Culture e nas páginas oficiais dessas instituições são uma boa forma de aproveitar o tempo livre (se é que sobra algum). Para mim, uma amante da leitura, a melhor forma de viajar sem sair do lugar é mesmo com a ajuda dos livros.

Quantas vezes lemos um livro e ao assistir sua versão em filme ficamos decepcionados? Inúmeras, não é mesmo? Nossa mente é capaz de nos levar para diversos lugares com uma riqueza de detalhes impressionante. Por isso, a leitura é um ótimo hábito para os dias de confinamento. Além de ser uma ótima forma de nos distrair um pouco das notícias, afinal após tantos dias de confinamento em casa, ninguém aguenta mais ouvir falar de COVID-19 24 horas por dia.

Para as pessoas que tiveram sua viagem à Lisboa frustrada por essa pandemia, ou que já planejavam vir para cá em algum momento da vida, convido-os a aproveitarem esse momento para visitarem Lisboa através da leitura. Ler livros, sejam guias de viagem ou romances onde Lisboa é o cenário, é uma ótima forma de se preparar para sua futura viagem. Sim, porque em breve isso tudo vai passar e você poderá realizar o seu sonho e passear por essa cidade linda.

Enquanto isso selecionei quatro romances de escritores portugueses que se passam na capital portuguesa e que irão te ajudar a entender um pouco de sua História e formação, além de te ajudar a se familiarizar com nomes de locais, relevo da cidade e hábitos lisboetas.

Se você conseguir ler a edição portuguesa do livro é ainda melhor para começar a se habituar com o estilo e vocabulário dos portugueses. Acredite, mesmo que sua língua materna seja o português, a língua portuguesa falada em Portugal tem algumas diferenças bem marcantes em relação ao português falado no Brasil por exemplo.

1.Quando Lisboa tremeu, Domingos Amaral

Quando Lisboa Tremeu, Domingos Amaral

Neste romance, Domingos Amaral, um jornalista e escritor português contemporâneo, retrata uma aventura na Lisboa do grande terremoto de 1755. O livro começa na manhã de 1 de novembro de 1755 e conta as histórias de cinco personagens principais, que terão seus caminhos cruzados ao longo da história. Pelas experiências dos personagens durante o terremoto, vamos entendendo o que se passou naquele fatídico dia e nos que se seguiram, bom como conhecemos o importante papel do Marques de Pombal na reconstrução da cidade.  Domingos Amaral consegue transformar o terror do terremoto numa leitura agradável e divertida e nos ajuda a entender um pouco um dos acontecimentos mais marcantes da história da cidade de Lisboa.

2. História do Cerco de Lisboa, José Saramago

Neste romance de José Saramago, o grande escritor português dono de um Nobel de Literatura, faz um paralelo entre a Lisboa da década de 80 com a Lisboa de 1147, do episódio da reconquista cristã quando estava sob o domínio dos mouros.

O livro intercala o presente vivido pelo revisor de livros Raimundo Silva, com o passado da história real do cerco de Lisboa, já que o personagem é incumbido de revisar o texto de um livro da história do cerco de Lisboa. Ao acompanhar Raimundo em suas andanças pela cidade passamos pelas ruas da região do Castelo onde o personagem vive, Baixa e outros pontos da cidade. Nas passagens que relatam o episódio do Cerco, somos transportados aos meses em que o Rei D. Afonso Henriques e suas  tropas cercaram a Lisboa moura para conquistá-la.

O livro foi publicado em diversas línguas (inglês, francês, espanhol, italiano, entre outras) . Para todas as línguas que o livro foi publicado consulte https://www.josesaramago.org/historia-cerco-de-lisboa-1989/

3. Os Maias, Eça de Queirós

Em “Os Maias”, o grande escritor da língua portuguesa, Eça de Queirós, utiliza o seu realismo descritivo para criticar a sociedade lisboeta do século XIX.

“Os Maias” retratam a saga da família Maia ao longo de três gerações. As descrições quase fotográficas de Eça de Queirós levam o leitor por ruas e pontos emblemáticos de Lisboa, tais como Largo de São Carlos, o Passeio Público (hoje Avenida da Liberdade), Cais do Sodré e  Chiado.

Embora eu ainda não tenha acabado de ler “Os Maias”, não poderia deixá-lo de fora desta lista.

https://www.goodreads.com/book/show/2268171.Os_Maias

4. Enquanto Salazar dormia, Domingos Amaral

Enquanto Salazar dormia, Domingos Amaral

Neste romance , Domingos Amaral nos leva a conhecer a Lisboa da II Guerra Mundial. Portugal, por ter sido um território neutro no conflito, recebeu muitos refugiados e acabou por se tornar em palco para muitas ações de espionagem, com muitos espiões dos países do Eixo como dos Aliados tendo escolhido Lisboa para suas conspirações.

O livro relata as memorias de seu personagem principal Jack Gil, um espião luso-britânico cuja missão era desmantelar as redes de espionagem nazis que atuavam por todo o país. Ao acompanhar as aventuras de Jack, tanto de espionagem quanto as amorosas, vamos passando por cenários como Alfama, Ericeira, Estoril e Cabo de São Vicente.

Espero que gostem das sugestões. Se tiverem alguma outra dica de leitura sobre Lisboa para incluir nessa lista, compartilhe nos comentarios!

Boa leitura!

Um roteiro pela vida e obra de Fernando Pessoa em Lisboa

English Version

“Hommage à Pessoa”, escultura de Jean-Michel Folon

Para quem é falante da língua portuguesa, Fernando Pessoa dispensa apresentações. Mas quem não é português, ou brasileiro, pode não ter ouvido falar neste grande escritor e poeta português do século XX. Uma figura de certa forma excêntrica e enigmática, que usava heterônimos para assinar grande parte de sua obra. Aliás, foi através de Fernando Pessoa que passei a conhecer esse termo e a partir daí minha curiosidade por ele só aumentou.

Largo de São Carlos, Chiado

No último sábado antes de ser decretado Estado de Alerta em Portugal por conta do surto do novo Corona vírus, participei do percurso “Quando vejo esta Lisboa”, organizado pela Casa Fernando Pessoa. Eu nem imaginava que seria a minha última saída de lazer antes de ser recomendado o isolamento social.

A Casa Fernando Pessoa, localizada no bairro de Campo de Ourique, é a casa que foi habitada pelo escritor nos seus últimos 15 anos de vida e que hoje funciona como casa museu sobre a vida e a obra de Fernando Pessoa. Atualmente, encontra-se fechada para obras de remodelação, mas a sua programação continuava acontecendo e sendo divulgada em sua página.

O percurso “Quando vejo esta Lisboa” é um roteiro guiado pela vida e obra de Fernando Pessoa. O percurso é feito à pé e dura aproximadamente 90min, passando por pontos do Chiado e da Baixa, locais que fizeram parte do quotidiano de Fernando Pessoa.

“Quando vejo esta Lisboa”

Nosso passeio começou no Largo de São Carlos(1), em frente ao prédio, onde no 4º andar Fernando Pessoa nasceu em junho de 1888, e viveu até os seus cinco anos. Ainda em frente ao prédio encontra-se a escultura “Hommage à Pessoa”, uma homenagem ao poeta, do artista belga Jean-Michel Folon, que habita o Largo desde 2008.  

As duas funcionárias da Casa Fernando Pessoa que guiaram o nosso circuito Pessoano, explicou o sistema da visita. A cada ponto de parada, seria feita uma pequena explicação sobre o local e sua relação com Pessoa e ao final um participante do grupo era convidado a ler um pequeno trecho da obra do poeta.

Em seguida, seguimos para a Rua Garret no Chiado, para conhecer a igreja onde Pessoa foi batizado, a Basílica dos Mártires (2). Os sinos da igreja que ficam na mesma altura do apartamento onde Pessoa viveu no Largo de São Carlos marcou sua memória, estando presente em seus poemas.

Basília dos Mártires

A atual basílica foi construída no lugar em que D. Afonso Henriques, no ano de 1147, mandou construir uma ermida em memória dos “Mártires” que morreram na batalha pela conquista de Lisboa. Em 1755, a paróquia já era uma grande basílica, mas foi destruída pelo grande terremoto, sendo reconstruída em 1784.

Ao entrar na igreja,  pelo lado esquerdo, de imediato me impressiono com uma imponente porta dourada de ferro, onde vemos a inscrição “Nesta paróquia se administrou o primeiro batismo” (do lado direito) e  “Depois da tomada de Lisboa aos mouros no ano de 1147” (do lado esquerdo). A porta guarda a suntuosa pia batismal, onde Pessoa foi batizado. A igreja toda me impressiona pelo tamanho, pelas pinturas no teto, pela luz que entra pelos vitrais. É linda!

Seguimos em frente. A próxima parada é o café A Brasileira (3), local frequentado por Pessa e muitos jornalistas, escritores e artistas.

O estabelecimento abriu em 1905 como uma mercearia para venda de grãos de café que o dono trazia do Brasil. Um pouco depois, em 1908, o local foi remodelado e passou a funcionar como café, tornando-se cenário dos principais encontros literários da cidade. O local foi o berço da revista Orpheu, revista literária que teve Pessoa como um dos idealizadores juntamente com outros nomes das letras e artes da época (1915), tais como Almada Negreiros e Cortes-Rodrigues, por exemplo. A publicação revolucionária, por sua forma e estilo não comuns na época, teve curta duração, tendo sido publicadas apenas duas edições por falta de recursos financeiros.

Na calçada em frente ao café, fica a famosa e concorrida escultura de Fernando Pessoa. A escultura em bronze é obra do artista Lagoa Henriques e foi inaugurada na década de 80.

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To seat by this gentleman, and take a picture with him, you will probably have to wait your turn in a line of tourists like you, waiting to take a photo with Fernando Pessoa, the great Portuguese writer and poet. The bronze statue by sculptor Lagoa Henriques, inaugurated in the ’80s, lays on the terrace of Café A Brasileira, where Fernando Pessoa used to write. Anyone planning a visit to Lisbon should consider reading “Lisboa: What The Tourist Should See". This Lisbon guide, which was originally written in English by 1925 and translated to Portuguese later, when it was published, is a nice way to get started on Pessoa’s work. The book covers most of Lisbon attractions through the point of view of the writer. A nice choice for anyone looking for a little bit of inspiration for your Lisbon visit! 📷📚 PT- Para ter o privilégio de sentar-se ao lado deste cavalheiro e tirar uma foto com ele, você provavelmente terá de esperar sua vez numa fila de turistas que como você querem tirar uma foto com Fernando Pessoa, o grande poeta e escritor português. A estátua em bronze, do escultor Lagoa Henrique, inaugurada nos anos 80, fica na esplanada do Café A Brasileira, onde Pessoa frequentemente sentava para escrever. Se Lisboa está nos seus planos de viagem, ler “Lisboa: O que o turista deve ver” é uma boa maneira de se iniciar na obra de Pessoa. Este guia de Lisboa, escrito originalmente em inglês supostamente em 1925 e traduzido para o português mais tarde quando foi publicado, cobre a maior parte das atracões da cidade pelo ponto do autor. Uma boa escolha para quem busca um pouco de inspiração para sua viagem a Lisboa!

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Mas devido as obras de reestruturação do pavimento que estão a ocorrer nos passeios do Chiado, o acesso a escultura está fechado por grades e a estátua totalmente coberta.

Continuamos nosso percurso em direção ao Largo do Carmo(4). Aqui paramos em frente ao edifício onde nosso poeta viveu num quarto alugado entre 1910 e 1912. As janelas da divisão onde Pessoa viveu tem dois desenhos alusivos a figura do personagem de nosso tour. O Largo do Carmo é famoso pelas Ruínas do Carmo, a antiga Igreja que foi parcialmente destruída pelo grande terremoto de 1755.

Do Largo do Carmo seguimos até a Rua da Assunção, passando por ruas escondidas que ainda não conhecia. Lisboa tem sempre de suas surpresas. Descemos em direção a baixa Pombalina, passando pelo Elevador de Santa Justa e chegamos a Rua da Assunção, 42 (5)

No segundo andar, ficava a sede da Firma Félix, Valladas & Freitas, Lda., onde Fernando Pessoa trabalhou como tradutor de cartas comerciais. Foi aqui que ele conheceu o grande amor da sua vida, Ofélia Queirós, com quem teve um romance. Ofélia tinha apenas 19 anos e o seu namoro com Pessoa, já com 31 anos, não era bem visto por sua família. O relacionamento foi às escondidas e foram trocadas inúmeras cartas e bilhetes amorosos.

Seguimos então em direção à Rua da Prata, 71 (6), onde no 1.º andar localizava-se a sede da firma Moitinho de Almeida & Cia. Comissões, onde Fernando Pessoa trabalhou durante mais de uma década (de 1924 a 1935). Foi aqui que Pessoa escreveu grande parte dos textos de Álvaro de Campos numa máquina de escrever da marca “Royal”, que hoje faz parte do acervo da Casa Fernando Pessoa.  A firma foi a representante da Coca Cola em Portugal, quando esta começou a ser comercializada no país e Pessoa ficou responsável por inventar um slogan para a sua promoção. A frase “Primeiro estranha-se, depois entranha-se” não foi bem vista pelas autoridades da época e  a bebida acabou sendo proibida em Portugal. Só voltando a ser comercializada após a queda da ditadura em 1977.

Continuamos pela Rua da Prata em direção a Praça do Comércio, onde paramos em frente ao Café Martinho da Arcada (7). Aqui descobri que este é o café mais antigo de Lisboa, tendo sido inaugurado em 1782 pelo Marquês do Pombal, ainda com outro nome. Fernando Pessoa era frequentador assíduo e usava o café como se fosse o seu escritório de fim de tarde. A mesa de mármore que ele costumava sentar-se continua preparada até hoje e acredita-se que foi nela que Pessoa escreveu grande parte dos poemas que compõe Mensagem e o Livro do Desassossego.

Ali da Praça do Comércio seguimos até a beira do Tejo e paramos no Cais das Colunas(8).

Cais das Colunas

O Cais das Colunas era um lugar onde Pessoa parava de vez em quando para observar o Tejo e refletir e meditar. No dia do nosso passeio, o Cais das Colunas estava mais uma vez movimentado. Com muitos turistas a tirar fotografias e músicos de rua fazendo suas performances. E foi aqui que nosso percurso pessoano terminou.

Foi uma manhã incrível! Mesmo quem já conhece bem a cidade será beneficiado ao conhecer a Lisboa pelos olhos de Fernando Pessoa e entender um pouco sua relação com a cidade.

Esse percurso é organizado regularmente pelo Serviço Educativo da Casa Fernando Pessoa. Além das duas funcionárias do serviço educativo que atuarem como guias, o passeio foi todo acompanhado por uma intérprete de Língua Gestual Portuguesa, tornando a visita acessível para deficientes auditivos.

https://goo.gl/maps/fjVgaoK4r31RGzFAA

Fiquem atentos à programação da Casa Fernando Pessoa, pois tem sempre muitas atividades acontecendo. Infelizmente, com a atual situação de pandemia do novo corona vírus as atividades de visitas estão suspensas. Mas a programação online continua e pode ser acompanhada na página oficial da Casa e também pelo Facebook!

Fiquem em casa e fiquem bem!